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Escrito por Arnaldo de Sousa às 09h20
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Escrito por Arnaldo de Sousa às 11h49
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Pecuária: Abate de fêmeas deve continuar em níveis altos em 2006

A oferta de fêmeas para abate ainda se encontra num patamar muito elevado, embora levemente inferior ao da semana passada. As estimativas são de que o Brasil tenha abatido 23 milhões de cabeças de fêmeas ao longo de 2005 (entre novilhas e vacas) mas para este ano os patamares devem ficar ao redor de 20 milhões de cabeças, informou o Instituto FNP.

“Se os preços da arroba continuarem baixos combinado com câmbio desfavorável, a previsão é de que os abates de fêmeas continuem em patamares altos. O abate do ano passado foi cinco milhões acima dos níveis normais”, comentou José Vicente Ferraz, diretor do IFNP.

Quando se abatem fêmeas acima do normal significa que o pecuarista está desistindo da atividade para investir em outros setores do agronegócio, mais rentáveis, ou mesmo no mercado financeiro.

“Que estímulo o pecuarista tem em investir se os preços praticados estão abaixo do custo de produção. Em São Paulo, na média e com criatório a pasto, qualquer preço abaixo de R$ 54,00 é considerado prejuízo para a atividade”, informou Ferraz.

Na avaliação de Ferraz, ainda existe uma expectativa de que os abates de fêmeas reduzam pelo Brasil entre 20 a 21 milhões de cabeças em 2006, mesmo assim, longe dos 18 milhões da média histórica de abates.

Mercado do boi gordo

As ofertas de gado para abate no mercado físico do boi gordo continuam relativamente reduzidas no Sudeste. Nesta região, frigoríficos de menor porte estão com maiores dificuldades de se abastecerem em Estados vizinhos que puxam os preços, como acontece especificamente hoje no Paraná, diz o IFNP.

No Norte do país, e especificamente em Goiás, as ofertas de gado para abate ainda são grandes e as escalas mais estendidas impedem uma evolução positiva para o preço da arroba bovina. Atacado reina a estabilidade dos preços.

“Persistindo a oferta mais reduzida de gado para abate em São Paulo, Paraná e Triângulo Mineiro e em parte no Mato Grosso do Sul, poderemos ter mais reajustes de preços nestas localidades. A dúvida é se a oferta não vai voltar a crescer diante dos preços levemente melhores, mas ainda num nível muito baixo”, comentou José Vicente Ferraz, diretor do Instituto FNP.

No atacado, reforça Ferraz, a tendência dos preços é de firmeza com estabilidade, abrindo-se a possibilidade no médio prazo até de correção positiva.



Escrito por Arnaldo de Sousa às 14h42
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Soja: Colheita paranaense é acelerada devido ação da estiagem que prejudica grãos

A área plantada de soja no Paraná é estimada em 3,88 milhões de hectares e os sojicultores do Estado já colheram 29 mil hectares de soja até 30 de janeiro, conforme informações do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Agricultura do Paraná (Deral).

Segundo o órgão, a colheita está adiantada em relação à mesma data do ano passado, quando ainda não havia começado. Pelo momento, apenas 0,7% da área já foi colhida. As últimas chuvas não resolveram os problemas das lavouras e o estresse hídrico atinge metade da área do estado. A safra de soja ao invés dos 11,73 milhões de toneladas, será de 10,7 milhões de toneladas, quebra 14,3%, segundo o Deral.

Para o Deral: 10% da safra está em condições ruins,

31% em condições regulares e

59% em boas condições.

10% da área está em desenvolvimento vegetativo,

31% em floração, 47% em frutificação e

12% em maturação.

1,9% da produção fora comercializada

O acompanhamento da cultura dos próximos dias, serão fundamentais, para o desenvolvimento da lavoura, que já está em ciclo reprodutivo.



Escrito por Arnaldo de Sousa às 11h16
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Café Nova York tem explosão de contratos em abertos e volume negociado atinge 31,2 mil contratos

Os contratos futuros de café negociados na Bolsa de Nova York fecharam em queda nesta quarta-feira, com realizações feitas pelas liquidações de tradings e especuladores de curto prazo, mas suporte de indústrias estiveram nas mínimas do dia. A variação mínima foi de 116,60 cents, queda de 160 pontos e máxima de 112,20 cents, alta de 200 pontos.

Segundo um analista, no começo as vendas de especuladores e locais tentaram romper a mínima de 116,20 cents, mas em torno de 117,00 cents começaram aparecer as compras da indústria que deram sustentação ao pregão.

“Os especuladores tentaram pressionar para que março rompesse a mínima de anteontem (116,00), para acionar ordens de vendas abaixo de 116,00 cents, mas as compras de industriais deram sustentação até o final”, disse ele

Volume e contratos em aberto

O volume negociado na Nybot atingiu 31.225 contratos, um recorde desse ano, mostrando que o mercado voltou a negociar com apetite. Os contratos em abertos após baterem em 114 mil anteontem, ontem, ficaram nos 113.889 contratos.

Os analistas acreditam que o número de contratos em aberto deve superar o recorde do ano passado que foi de 123.010 lotes. Anteontem, o número de contratos abertos no março caiu 5.972 lotes para 62.182 enquanto subiu 2.520 no maio para 33.009 lotes. O número total de contratos abertos recuou 3.433 para 114.017 lotes.

 



Escrito por Arnaldo de Sousa às 10h57
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Café: Cotações internacionais continuam caindo

Café composto Internacional -  O preço diário do café composto internacional, referente ao dia 01 de fevereiro, foi cotado em 101,52 cents, queda de 1,78%, segundo informações da OIC. Em Nova York, os colombianos suaves ficaram cotados em 129,50 cents, queda de 0,38%, os outros suaves cotados a 121,50 cents, queda de 1,12%, os brasileiros e outros naturais foram cotados em 112,25 cents, apresentaram queda de 0,88% e os cafés robustos a 67,63 cents, queda de 3,75%.

Café colombiano - O preço médio do café colombiano em porto de destino, para efeito do preço interno do grão na Colômbia, é hoje de US$ 1,2845 a libra (US$ 1,3177 o valor anterior), segundo a Organização Internacional do Café (OIC).

 

Índice Esalq arábica - O valor à vista em reais do indicador do café arábica calculado pela Esalq ficou em R$ 284,46 pela saca de 60 kg, queda de 0,33%. Em dólar, o valor ficou em US$ 127,90 por saca, queda de 0,74%. A prazo, a cotação ficou em R$ 286,53 por saca, queda de 0,33%.

Índice Esalq conillon - O valor à vista em reais do indicador do café conillon calculado pela Esalq ficou em R$ 184,74 por saca, queda de 1,31%. Em dólar, o valor ficou em US$ 83,07 por saca, queda de 1,72%. A prazo, a cotação ficou em R$ 184,14/saca, queda de 1,40%.



Escrito por Arnaldo de Sousa às 10h10
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Café: Mercado físico mantém-se estável nos preços

Os preços do café tipo 6, bebida dura para melhor mantiveram-se estáveis nesta quarta-feira. No Sul de Minas Gerais, foram negociados na compra R$ 295 e R$ 300 por saca na venda, queda de cinco reais e dez reais, respectivos. No Cerrado, a saca de 60 kg foi negociada entre R$ 290/R$ 290 em Araguari e em Patrocínio. Já na Zona da Mata, os preços foram estabelecidos pelo mercado em R$ 285/R$ 285, mantendo-se estáveis.

Preços em Santos mercado nominal - Na praça santista, os preços ficaram estáveis em relação ao dia anterior com negócios entre R$ 295/R$ 300 a saca para os cafés finos e extra-finos  da região Mogiana e Sul de Minas. Os avaliados de Boa Qualidade foram negociados entre R$ 290/R$ 295,00.

A estabilidade também ficaram para os outros tipos, veja as cotações:

Duro fraco: R$ 270,00/R$ 280,00;

Riados: R$ 220,00/ R$ 240,00

Bebida Rio: R$ 200,00/ R$ 210,00

Consumo Duro: R$ 210,00/R$ 215,00

Consumo Riado: R$ 200,00/R$ 205,00



Escrito por Arnaldo de Sousa às 09h53
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Café: Acompanhe as informações relevantes para o mercado para esta quinta-feira

Bolsa de Nova York (New York Board of Trade):

Volume de contratos negociados na 31.225 contratos

Contratos em abertos explodem para 113.889 contratos

Volume de cafés certificados na Bolsa de Nova York: 3.682.381 sacas, sendo que 6.657 sacas estão pendentes de certificação

Fundos estão comprados em 22.531 contratos, segundo último levantamento anunciado na sexta-feira passada.

Volume de contratos negociados ontem na Bolsa de Londres (Euronext-Liffe): 13.099 contratos

Acompanhe o fechamento da Bolsa de Nova York para café arábica desta quarta-feira:

Fonte: Terminal Enfoque

Acompanhe o movimento da BM&F dos últimos três dias:



Escrito por Arnaldo de Sousa às 09h35
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Café: Exportações do primeiro dia de fevereiro alcança 77 mil sacas

As exportações brasileiras de café referentes ao primeiro dia de fevereiro, chegaram a 77.012 sacas, todas referentes a café arábica, conforme dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

No mesmo período do mês passado, os embarques do país atingiram 153.233 sacas. Os embarques totais aconteceram através do porto de Santos.

Até o dia 1, haviam sido emitidos 3.860 certificados de origem, todos referente ao café arábica.



Escrito por Arnaldo de Sousa às 09h15
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Rastreabilidade: Pecuaristas terão de aprovar propriedade pelo Sisbov

A partir de janeiro de 2007, os criadores de bois e búfalos cuja carne seja destinada à exportação, deverão obrigatoriamente ter sua propriedade aprovada pelo Sistema Brasileiro de Identificação de Origem bovina e Bubalina (Sisbov). A determinação constará na Instrução Normativa a ser publicada ainda este mês com as novas regras do Sisbov. O anúncio foi feito ontem à tarde pelo Ministério da Agricultura.

A partir de 2009 será permitidos somente o ingresso de bovinos e bubalinos nas propriedades aprovadas pelo Sisbov, se oriundos de outras propriedades também aprovadas pelo sistema.

“A principal mudança é neste conceito de propriedade certificada em substituição a animal identificado”, afirmou o Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Márcio Portocarrero.

Portocarrero explicou que haverá um prazo de transição até 31 de dezembro deste ano para que os produtores que atualmente têm animais na base nacional de dados do sistema possam se adequar à determinação de que a propriedade deva ser certificada. 

“Neste período, para comercializar sua produção o criador poderá ter estoques de animais pelo modelo atual e paralelamente solicitar a aprovação de sua propriedade”.

A mudança visa atender as exigências dos mercados importadores de carne brasileiro, principalmente o mercado europeu.

O novo Sisbov dará mais atribuições aos órgãos estaduais de defesa sanitária, conforme adiantado por este blog no mês passado. O primeiro passo para o produtor aderir ao sistema é solicitar ao órgão estadual o cadastro de sua propriedade e o inventário dos animais. Depois, ainda no órgão estadual, o produtor preenche um protocolo básico, onde irá descrever seu sistema de produção, incluindo momento do manejo, desmame, tratamento sanitário e tipo de alimentação do animal

Este protocolo será apresentado à uma certificadora credenciada pelo Mapa (são 66 atualmente) que fará uma vistoria na propriedade. Cerca de 10 empresas são consideradas pelo mercado como certificadores responsáveis. Há quem reclame do inchaço de empresas que se dizem certificadoras.

Em caso de aprovação, a certificadora emitirá um laudo afirmando que 100% dos animais da propriedade são identificados. O produtor assina um termo de compromisso e, por fim, a certificadora lança a informação da base nacional de dados do Sisbov. O status de propriedade aprovada deverá ser renovado pela certificadora de seis em seis meses.

Na próxima semana, técnicos do Mapa irão se reunir com os órgãos estaduais de defesa sanitária para discutir as novas regras. “Desde o ano passado, estes órgãos vêm tomando conhecimento de suas atribuições e o Estado terá que estar aparelhado e preparado para ser exportador”, comentou Portocarrero.



Escrito por Arnaldo de Sousa às 08h21
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Café: Reunião em Londres reforça queda dos estoques internacionais

Uma delegação brasileira do café está em Londres desde segunda-feira até hoje para participar da rodada de reuniões da Junta Executiva da Organização Internacional do Café (OIC) reunião dos membros da entidade como prévia da reunião plenária que acontecerá em maio. O diretor-executivo da Organização Internacional do Café, Néstor Osorio, apresentou uma análise da situação do mercado cafeeiro, na qual se prevê uma redução dos estoques mundiais nos próximos anos, gerando reflexos positivos para os preços da commodity, conforme dados fornecidos por Paulo André Kawasaki, editor do informativo Coffee Break.

“Nesse último ano, a produção mundial apresentou um déficit de aproximadamente 8 milhões de sacas de 60 kg e, para o próximo ano, apesar do Brasil colher uma safra maior, estimada em aproximadamente 42 milhões de sacas, esse volume deve ser totalmente absorvido, já que o consumo brasileiro deverá se aproximar de 16 milhões de sacas e as exportações chegarem a 26 milhões”, disse Osorio.

Os demais países não deverão apresentar aumentos significativos em relação à produção de 2005, nem mesmo o Vietnã, cuja safra futura é estimada em 13 milhões de sacas. Desta forma, espera-se um equilíbrio entre produção e consumo em 2006. A partir de 2007, a demanda mundial poderá novamente suplantar a produção, reduzindo ainda mais os estoques de café.

Sustentabilidade

Osorio apresentou uma proposta sobre sustentabilidade, ainda em discussão na Junta Executiva da OIC, que, caso seja aprovada, deverá ser levada à reunião do Conselho Internacional da entidade, em maio. O resultado da reunião norteará o posicionamento da OIC e seus países membros em relação aos processos de sustentabilidade.

O documento prevê que esse tema (sustentabilidade) implica nas condições de processamento e comércio, que envolvem toda a cadeia do café. A sustentabilidade, ainda conforme exposto pelo executivo da OIC, implica em retorno econômico suficiente para cobrir os custos de produção, permitindo a manutenção do cafeicultor e uma margem para o seu desenvolvimento.

“Deve-se tratar o meio-ambiente de maneira responsável, permitindo que os recursos naturais fiquem disponíveis para as gerações futuras. Deve-se dar condição social e trabalhista compatíveis com os padrões internacionais e condizentes com as comunidades estáveis”, dizia a proposta de Osório.

O Brasil defende o aperfeiçoamento da proposta para que se assegure a manutenção da renda para os produtores e impeça a ingerência na legislação interna do país.

Convênio Mundial do Café

A respeito do Futuro do Convênio Mundial do Café foram apresentadas duas posições antagônicas, uma da União Européia que defende a prorrogação do Convênio atual, que termina em 2007. A outra foi apresentada pelos Estados Unidos que defendem um novo acordo.

“O representante norte-americano mostrou uma posição bastante aberta ao diálogo, deixando claro, porém, que seu país não aceita mais cláusulas econômicas de intervenção no mercado, defendendo a liberdade mercadológica e a ênfase no apoio aos pequenos produtores”, informou Silas Brasileiro, secretário de Agricultura de Minas Gerais, presente na reunião.

A delegação brasileira presente nas discussões na sede da entidade, em Londres, é composta por Vilmondes Olegário e José de Paula Motta, diretor e assessor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura; Carlos Brando, diretor da P&A Marketing Internacional; Alberto Duque Portugal e Joaquim Libânio Ferreira Leite membros do Conselho Nacional do Café (CNC) e Silas Brasileiro, secretário da Agricultura de Minas Gerais.



Escrito por Arnaldo de Sousa às 15h58
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Boi Gordo: Mercado físico reage à redução de oferta e arroba sobe em SP

A semana começou bem para a pecuária de corte brasileira. Apesar do preço da arroba atingir as cotações mais baixas da história no mês de janeiro, ao redor de R$ 48,00 por arroba no interior de São Paulo, a falta de oferta ajuda a elevar os preços. Na sexta-feira passada estavam em R$ 49,00 mas abriu em R$ 50,00 e hoje subiu para R$ 51,00 a arroba. A reação também foi percebida no Mato Grosso do Sul e Triângulo Mineiro mas permaneceu estável em Goiás com escalas de abates em 15 dias e em outras praças, segundo cotações levantadas pelo Instituto FNP.

“Acredita-se que nas praças onde aconteceu a redução de oferta, cuja causa, tenha sido a  reação de muitos pecuaristas ao preço que atingiu um patamar baixíssimo”, comentou José Vicente Ferraz, diretor do IFNP.

No mercado atacado da carne bovina, os preços tiveram até uma reação acima do esperado, isto se deveu a uma diminuição da oferta, pois as vendas continuam num nível baixo.

“Nos próximos dias deve ficar mais claro a real capacidade dos preços continuarem a reagir e se manterem num patamar mais alto em algumas praças pecuárias. Existe o temor de que os preços melhores, (mas ainda muito baixos), estimulem um aumento de oferta, abortando novamente o ainda tímido processo de recuperação de preços. No atacado, no curto prazo, se espera estabilidade de preços neste patamar levemente melhor”, conclui Ferraz.

 

Acompanhe os preços da arroba do boi gordo no mercado nacional:

 



Escrito por Arnaldo de Sousa às 12h11
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Aftosa: Foco da doença pode ser confirmado a qualquer momento no Paraná, diz IFNP

 

Segundo informações extra-oficiais de técnicos envolvidos na análise das amostras de sangue colhidas no  Estado do Paraná (PR), nas localidades onde há suspeita da ocorrência de febre aftosa, é grande a possibilidade de que a ocorrência destes novos focos venha a se confirmar, segundo informações do boletim diário do Instituto FNP.

“Tecnicamente trata-se de uma questão complexa, mas o resultados de laboratório em parte das amostras apontam para confirmação da doença. Enquanto isto, ainda não houve acordo para o sacrifício dos animais da fazenda do PR que teve oficialmente confirmado os casos de doença”, disse José Vicente Ferraz.



Escrito por Arnaldo de Sousa às 11h45
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Café Nova York – Começam as rolagens de troca de posições Março – Maio

Os dois primeiros dias do café nessa semana foram travados em termos de negócios. Os analistas ouvidos por este blog acreditam que há espaço para cair R$ 15,00 no mercado físico. A indústria começar a cotar preços no mercado de Santos mas espera novas quedas para entrar na compra.

“A indústria começou a tatear o mercado para tentar comprar. Por enquanto poucos negócios no mercado interno foram realizados nessa semana.”, informou Tiago Figueiredo, broker do Grupo ACS. Oficialmente começaram as trocas de posições das operações do março para o maio/06.

O Medium to Good Bean (MTGB) está cotado a 17 abaixo em relação a Nova York, tendo como base o fechamento desta terça-feira.

Mercado na terça-feira - Os preços abriram com pouca flutuação, contra a chamada de alta com a máxima chegando a 121,90 cents, estável. Os fundos liquidaram e realizaram lucros e ordens de vendas foram ativadas quando o março quebrou a mínima de 121,20 cents. O contrato março/06 rompeu níveis de suporte, caindo para mínima de 116,25 cents, queda de 565 pontos, até a compra da indústria que manteve a cotação acima de 117,00 cents, fechando em 118,20 cents.

Tecnicamente a tendência era de queda para o pregão desta terça-feira. A média móvel de 10 dias fechou no preço de 121,70 cents, onde o rompimento para baixo levará para a mínima de 120,60 cents.

Rompendo desta mínima, iria buscar o próximo suporte, que é a mínima do dia da terça-feira da semana passada, ou seja, 116,05 cents, mas compras de indústrias impediram que chegasse ao suporte.

Os fundamentos continuam ainda positivos baseado na queda dos estoques da Bolsa de Nova York e mundiais. A OIC informou ontem que a exportações mundiais tiveram queda de 16% em dezembro.

O número de contratos abertos no março cresceu 35 lotes para 68.154 e no maio subiu 2.320 para 30.489 lotes. O número total de contratos abertos expandiu 2.583 para 117.450 lotes, se aproximando de um recorde.

Escrito por Arnaldo de Sousa às 11h00
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Café: Exportações brasileiras atingem 1,380 milhão de sacas até dia 31 de janeiro

As exportações brasileiras de café atingiram até 31 de janeiro 1.380.077 sacas, queda de 27,78% em relação a igual período do mês passado, conforme informações do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Para a entidade, 1.361.887 sacas embarcadas são referentes a café arábica e 18.190 sacas a conillon. No mesmo período do mês passado, os embarques brasileiros somavam 1.911.603 sacas.

O porto de Santos foi responsável pela exportação de 963.187 sacas; Vitória remeteu 154.318 sacas ao exterior; o porto seco de Varginha embarcou 89.721 sacas; Salvador registrou o envio de 5.686 sacas ao exterior; ao passo que o Rio de Janeiro exportou 167.165 sacas.

Até esta terça-feira, 31, o Cecafé registrou a emissão de 1.584.421 certificados de origem, dos quais, 1.558.474 são referentes a arábicas e 25.947 a conillon.

 



Escrito por Arnaldo de Sousa às 09h00

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